Constelação Familiar Sistêmica 2018-06-11T11:10:46+00:00

Constelação Familiar Sistêmica

Para que serve essa terapia?

O principal objetivo da constelação familiar é trazer consciência às influências que temos em nossas relações familiares. Nesta terapia é possível descobrir problemas, hábitos e interferências em nossas vidas de até sete gerações anteriores que atuam em níveis que nem sequer imaginamos.
Por exemplo, por trás de um insucesso profissional, pode haver uma relação familiar conturbada que nosso consciente é incapaz de identificar. Ou talvez algum hábito que nos prejudique, mas que repetimos ao longo dos anos porque fomos ensinados assim.

As leis da constelação familiar

Desde o nosso nascimento, formamos parte de uma família que gera um campo de energia em nosso interior no qual evoluímos e crescemos. Independentemente de quem e como sejam as relações, somos parte e somos influenciados.
Para solucionar nossos problemas por meio da constelação familiar, o constelador olha além do indivíduo, ou seja, além de nossas ligações ou conexões óbvias. Isso é feito pois, segundo Bert Hellinger, possuímos um “inconsciente familiar”, que atua de forma diferente em cada membro da família.
Nesse inconsciente, Hellinger acredita que existem três leis básicas que atuam simultaneamente: o pertencimento, a ordem e o equilíbrio.
Mas como elas interferem nas constelações? Entenda!

Metodologia:

Individual: por muitas vezes já me deparei com pessoas que não se sentem a vontade em constelar diante de um grupo, e o trabalho individual é totalmente possível, uma vez que estamos lidando com um campo de energia que independe da forma que o acessamos, seja em grupo ou individual. Utilizo uma metodologia específica para a constelação individual.

Grupo: constelar em grupo é o formato mais comum, pois é realizado um trabalho semelhante a um psicodrama com uma organização muito específica para a constelação familiar, e o resultado ao final da sessão é surpreendente, onde todos – constelado e representantes se beneficiam profundamente de todo o processo.

Havendo interesse em conhecer mais sobre essa abordagem, marcamos uma entrevista inicial para maiores esclarecimentos.

Lei do Pertencimento:
Temos a necessidade básica de pertencer à nossa família e esse vínculo é nosso desejo mais profundo.
Essa lei é desrespeitada em casos de exclusão, isto é, quando alguém é excluído de uma família por alguma razão, ou algum acontecimento é silenciado e tido como um tabu naquele grupo.
Quando isso acontece sem explicações, a sintonia de uma família é abalada e é preciso reconhecer essas pessoas ou fatos para restabelecê-la.
Lei da Ordem:
Você já ouviu alguém dizer que é responsável pelos pais, ou que os pais agem como se fossem os filhos?
Este é um exemplo de quebra na lei da ordem. Para que uma relação familiar tenha boa fluidez, é preciso entender e respeitar a hierarquia das gerações, respeitando a ordem dos que vieram antes.
Lei do Equilíbrio:
Para Hellinger, o equilíbrio entre o crédito e o débito é fundamental para estabelecer relações saudáveis. Para isso, devemos equilibrar a dose entre o que se dá e o que se recebe para estabelecer a paz nos relacionamentos.

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